O Poder Judiciário brasileiro atua em duas esferas principais: a Justiça Comum e a Justiça Especializada. A Justiça Comum, por sua vez, se divide em Justiça Federal e Estadual, enquanto a Justiça Especializada abrange as áreas do Trabalho, Eleitoral e Militar. O Judiciário é responsável por julgar conflitos, garantir o cumprimento da lei e da Constituição, e interpretar as normas jurídicas.
Ele atua com independência dos outros poderes, sendo um pilar essencial para a democracia.
O Poder Judiciário brasileiro atua em duas esferas principais: a Justiça Comum e a Justiça Especializada. A Justiça Comum, por sua vez, se divide em Justiça Federal e Estadual, enquanto a Justiça Especializada abrange as áreas do Trabalho, Eleitoral e Militar. O Judiciário é responsável por julgar conflitos, garantir o cumprimento da lei e da Constituição, e interpretar as normas jurídicas.
Cada uma dessas tem competências específicas, mas todas seguem a Constituição Federal. Os principais tribunais são o STF, STJ, TSE, TST e STM.
As principais discussões envolvem a modernização e digitalização do Judiciário, a redução da morosidade dos processos, a escolha de ministros do STF e a transparência das decisões.
Também se discute o limite do ativismo judicial, ou seja, quando o Judiciário interfere em assuntos do Legislativo ou Executivo.
A Revolução Francesa (1789) influenciou o mundo com os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Esses valores deram origem à noção moderna de cidadania e ao modelo de separação de poderes, adotado também no Brasil.
O Judiciário é um defensor direto da cidadania, garantindo direitos fundamentais e impedindo abusos de poder.